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Escolha a plataforma de e-commerce ideal para seu modelo de negócios

Flávio Beraldo

Por Flávio Beraldo

31 de janeiro de 2018

Quer ingressar no e-commerce e não sabe como encontrar a plataforma ideal? Ou já vende online, mas sua loja virtual não tem o desempenho que você espera? A plataforma também pode influenciar nesse resultado. Por isso, preparamos um artigo para ajudar você a escolher a melhor tecnologia, pensando no seu modelo de negócios. Parece um detalhe, mas manter os objetivos da sua empresa em foco ao tomar essa decisão importante faz, sim, toda a diferença.

A plataforma certa precisa ter funcionalidades e recursos que facilitem a operação e permitam que a marca cresça exponencialmente, independentemente se a sua loja online é B2B (Business to Business), B2C (Business to Consumer), B2B2C (Business to Business to Consumer) ou B2E (Business to Employee). Para começar, dê atenção a cinco fatores essenciais para o sucesso do seu negócio no ambiente digital:

1 – Conheça os Módulos de Funcionalidades

Em resumo: os módulos de funcionalidades tornam a rotina mais fácil. Eles ajudam o lojista a otimizar suas ações e deixar a loja virtual completa, eficiente e amigável para o usuário – seja ele uma outra empresa, um funcionário, um parceiro ou um consumidor final sem qualquer vínculo com a marca. A plataforma de e-commerce deve ter atualizações e lançamentos de novos recursos constantemente, já que eles influenciam diretamente na performance da loja virtual.

Módulos como o de PromoçõesSEOFranquiasMulti CDInstagram e muitos outros descomplicam ações básicas do dia a dia e podem, inclusive, reduzir custos com SAC e estoque. Leve em conta os benefícios de cada plataforma em relação aos módulos ofertados. E, claro, não deixe de observar se o parceiro contratado terá capacidade de desenvolver novos recursos, caso a sua loja virtual necessite.

2 – Atente para a Navegabilidade e a Usabilidade

Navegabilidade e usabilidade são elementos decisivos no comércio eletrônico. Por isso, a sua plataforma de e-commerce precisa estar à frente. Ou seja, não pode ser uma solução engessada ou que não permita customizações. Na Rakuten Digital Commerce, por exemplo, os lojistas Genesis podem ter o Freedom Layout Builder. Esse recurso dá à loja virtual a liberdade de montar o seu layout pensando na experiência que quer entregar ao seu comprador. Afinal, ninguém conhece melhor seu público-alvo do que você e a sua equipe, não é mesmo? Mais uma vez: a sua plataforma deve estar alinhada com os seus objetivos.

3 – Cheque as garantias de Segurança e Estabilidade

As lojas virtuais seguem um princípio básico: funcionar 24h por dia, 7 dias por semana, o ano todo. Parece óbvio, mas estar no ar com estabilidade e segurança pode ser um desafio para muitos e-commerces. Incidentes naturais, ataques cibernéticos e outros fatores podem interferir no funcionamento da loja online. Por isso, escolher a plataforma de e-commerce que comprova maior segurança e estabilidade é a chave para o sucesso. O fornecedor da sua solução deve investir em equipes qualificadas, tecnologia de armazenamento e proteção de dados e monitoramento 24/7. As certificações que o seu parceiro possui, como o ISO 27001 (norma de referência internacional para Gestão de Segurança da Informação), também ajudarão a comprovar se ele deve ser o escolhido para colocar seu projeto em prática.

4 – Considere o Meio de Pagamentos

Assim como os outros elementos, os pagamentos também influenciam bastante na conversão da loja virtual, refletindo no lucro da empresa. É fácil lembrar de inúmeras soluções disponíveis no mercado, uma vez que este segmento cresceu bastante nos últimos anos. O que leva a mais um ponto importante: o lojista precisa aumentar seus critérios e avaliar custos versus benefícios. Tudo isso sem esquecer da conveniência, já que serão necessárias habilidades como organização e visão analítica para lidar com a burocracia financeira, gerenciar diferentes contratos e pesar os custos embutidos nos serviços.

Esses requisitos têm levado muitos lojistas a contratarem uma plataforma que já ofereça um meio de pagamento. A Rakuten Digital Commerce, por exemplo, possui o Rakuten Pay – líder no Japão e em operação no mercado brasileiro desde 2015. Esta solução já é integrada à plataforma e oferece os serviços mais importantes para a operação de pagamentos. Checkout transparente, as principais bandeiras de cartão de crédito, boleto registrado e sistema anti-fraude são apenas algumas das vantagens. Um grande benefício para diversos modelos de negócios, principalmente levando em conta funcionalidades avançadas como split de pagamentos para parceiros, fornecedores e franqueados. O melhor é que tudo pode ser incluído em um único contrato ao fechar com a plataforma.

5 – Não esqueça da Logística

Como este é um ponto crítico do e-commerce, é importante questionar as plataformas pesquisadas sobre as soluções, próprias ou de parceiros, integradas. Procure saber como funcionam, quais são as tabelas aplicadas e quais vantagens financeiras a sua empresa terá ao utilizá-las. O Rakuten Logistics Gateway, por exemplo, é integrado ao sistema dos Correios e oferece ao lojistas uma economia de até 37% nos custos de envio dos pedidos. As lojas virtuais utilizam uma tabela de preços diferenciada, por conta do ganho de escala da plataforma. A tecnologia também conecta o e-commerce a transportadoras nacionais, como Intelipost e Total Express, de acordo com o tipo de plataforma contratada. O objetivo é facilitar a vida do vendedor e, ao final, garantir a melhor experiência ao consumidor.

Foco no seu modelo de negócios

O seu modelo de negócios deve ser sempre a sua maior referência na tomada de decisões. Para alcançar as KPIs que você e sua equipe perseguem, deve-se pensar em cada detalhe. Faça perguntas como: quais recursos serão essenciais para cada tarefa que executarei quando minha loja entrar no ar? Acompanhe alguns exemplos que ilustram bem essa questão.

1 – Seu modelo é B2B?

Se a sua empresa trabalha com o modelo B2B, ou seja, comercializa seus produtos ou serviços para outras empresas, certamente demandará por funcionalidades específicas. Você pode optar, por exemplo, por ter uma loja virtual com o que chamamos de “home fechada”. Isso significa que a página inicial do e-commerce vai exigir um login para ser acessada. Assim, somente aqueles usuários já cadastrados poderão visualizar e comprar seus produtos.

Vemos muitas marcas que adotaram o modelo de franquias utilizarem este tipo de recurso. Os franqueados têm um canal fácil e seguro para garantirem a reposição dos estoques comprando direto da loja matriz pelo seu e-commerce. A plataforma pode oferecer também a opção de cadastro para atacado. Nesse caso, o revendedor pode se cadastrar, passar pela aprovação do lojista e, em seguida, ter acesso a um canal com regras personalizadas para este tipo de parceiro. Ou seja, a matriz define parâmetros como valor mínimo de compra, quantidade mínima de SKUs, forma de pagamento etc.

É importante checar ainda se a plataforma facilita as formas de entrega, com opções como a compra do pedido na loja online e a retirada do produto com a matriz por meio de transporte próprio. Na Rakuten Digital Commerce, o Módulo de Transportadoras permite que o comprador cadastre um frete próprio. Isso facilita bastante algumas operações e vem sendo bastante utilizada por revendedores com tíquete médio ou volume alto.

2 – Seu modelo é B2C e B2B2C?

Estes modelos abrangem a maior parte dos lojistas. Uma vez que no B2C (Business to Consumer) a empresa vende diretamente para o consumidor final, no B2B2C (Business to Business to Consumer) a marca tem outras empresas como clientes que comercializam produtos ou serviços para o comprador pessoa física, a exemplo dos marketplaces. Pensando nisso, a sua plataforma de e-commerce precisa ser flexível às suas escolhas.

Há lojistas que preferem manter uma única loja virtual com cadastro de varejo e atacado, atendendo os dois públicos. Por outro lado, há marcas que consideram mais adequado separar as operações. Assim, têm um site para compradores pessoa jurídica e outro para pessoa física. Tudo faz parte da estratégia do lojista e a plataforma ideal deve prover tanto as soluções necessárias para o momento atual da empresa, quando mostrar que possui capacidade de atender novas demandas a cada ganho de escala do negócio.

3 – Seu modelo é B2E?

Em busca de gerar valor para a sua marca, muitos varejos e indústrias de grande porte decidiram entrar no e-commerce com outra proposta, além da venda para o consumidor final: atender seu público interno. Se este é o seu objetivo – ter uma loja virtual B2E para os seus colaboradores -, já sabe que esta estratégia pode ser também uma saída eficiente para liquidar os estoques parados.

Nesses casos, o recurso de “home fechada” faz bastante sentido, na medida em que só os funcionários da empresa terão acesso, por meio do seu login e senha. Se a empresa já possui um e-commerce com foco no consumidor final, a plataforma ainda assim pode ajudá-lo na tarefa de atender o público interno de forma personalizada. A sua solução só precisa oferecer a opção de cadastro de lista branca. Assim, você poderá enviar o link para login para seus colaboradores. Eles navegarão por um canal customizado com promoções, categorias especiais e outras vantagens que você terá definido.

Considere esses pontos-chave, compare as tecnologias, observe o suporte que a sua loja terá após a contratação da plataforma (outro elemento fundamental) e faça a melhor escolha para o seu e-commerce!

*Esta matéria foi escrita pela Rakuten Digital Commerce, um ecossistema completo para a sua loja virtual. Conheça as soluções no site!